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Alecrim

 

Especiaria:   

Alecrim

Planta:   

Alecrim

Nome Botânico:   

Rosmarinus officinalis L.; Rosmarinus officinalis L. for. prostrata Welw. (prostrado)

Género:   

Rosmarinus

Família:   

Lamiaceae ou Labiatae

Porte:   

Arbusto

Ciclo:   

Vivaz

Origem:   

Região Mediterrânica

Distribuição:   

Cedo se espalhou pelas regiões temperadas da Europa, sendo uma das plantas cultivadas nos mosteiros medievais, sobretudo os situados abaixo dos Alpes. Ver Capitulare de villis.
Da Europa passou para o continente Americano com os primeiros colonos Europeus.
Hoje é cultivado em praticamente todos os países que bordejam o Mediterrâneo, nas regiões mais quentes da Inglaterra e dos Estados Unidos, e no México.
Na Índia, é cultivado nas montanhas Nilgiris, no estado de Tamil Nadu.

Partes Usadas:   

 Folhas e extremidades floridas

O Alecrim é das poucas especiarias que têm gosto mais potente secas que frescas,
Logo, o uso das folhas frescas permite uma dosagem mais liberal nas preparações culinárias. O seu sabor é fortemente aromático, resinoso e algo amargo.
Entram, quase obrigatoriamente, na composição das ervas de provença.

 Óleo Essencial

As folhas do Alecrim contêm 1 a 2 % de óleo essencial, composto principalmente por cineol (cerca de 30 %), cânfora (15 - 25 %), borneol (16 - 20 %) e alfa-pineno (máx 25 %).
Usado em aromaterapia.

Propriedades:   

Colagogo, béquico, carminativo, diurético e antiúrico

Notas:   

O Alecrim é uma especiaria multiusos, que surge em pratos de peixe, carne - especialmente aves -, vegetais - liga especialmente bem com as batatas -, sopas, guisados, etc..
Em Itália, é pratica comum assar galinha envolvida em ramos de Alecrim, como é vulgar lançar ramos de Alecrim em fogos preparados para grelhar criação ou carne.
No passado, o Alecrim foi ingrediente de poções cosméticas como a Eau de la Reine de Hongrie, medicinais como o Vinaigre des Quatre Voleurs, aromáticas como o Mary Eales Smoke.

Alecrim - Planta em flor

Dicionário

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