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Caju

 

Especiaria:   

Caju

Planta:   

Cajueiro

Nome Botânico:   

Anacardium occidentale L.

Género:   

Anacardium

Família:   

Anacardiaceae

Porte:   

Árvore

Ciclo:   

Vivaz

Origem:   

Nordeste do Brasil

Distribuição:   

Missionários Portugueses levaram-no para a Índia, no século XVI, e hoje está espalhado por várias regiões tropicais e subtropicais do planeta.
Na Índia cultiva-se em larga escala em Kerala, Karnataka, Tamil Nadu e Andhra Pradesh, e em menor escala Maharashtra, Goa, Orissa e Bengala.

Partes Usadas:   

 Receptáculo carnudo que sustém o fruto - a 'castanha'

O receptáculo carnudo encerra um líquido acídulo-adocicado comestível, que é. localmente, usado em sumo, compotas e geleias, e na produção de bebidas diversas, muitas delas aguardentes altamente apreciadas por quem tem oportunidade de as provar.
Em Goa produz-se, sazonalmente, durante o Verão Indiano, altura em que os frutos do Cajueiro ficam maduros, a Cajuchi Feni.

 Interior da 'castanha'

A castanha está coberta, exteriormente, por dois invólucros: um, exterior, duro e liso; outro, interior, esponjoso e cheio de cardol, líquido altamente corrosivo e agressivo para a pele. Por isso, o descasque da castanha, se manual, obriga a especiais cautelas.
Tradicionalmente, as castanhas são destacadas do receptáculo à mão, e postas a secar ao sol. São colocadas depois entre as achas de fogueiras, para torrarem. O calor provoca a abertura dos invólucros protectores, com libertação do cardol que, ao arder, produz fumos altamente agressivos para os olhos e para a pele. Industrialmente, a torrefacção faz-se em cilindros rotativos, com expulsão adequada dos fumos tóxicos.
Depois de prontas, o seu sabor lembra o de frutos secos, mas é típico.

Caju - Frutos maduros

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