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Manjerona

 

Especiaria:   

Manjerona

Nome da Planta:   

Manjerona

Nome Botânico:   

Majorana hortensis Moench.; Origanum majorana Linn.

Género:   

Majorana

Família:   

Lamiaceae ou Labiatae

Porte:   

Herbácea a pequeno arbusto

Ciclo:   

Vivaz

Origem:   

Ásia Menor

Distribuição:   

Cultivada na sua região de origem, mas também na região Mediterrânica, e no centro e no norte da Europa - como anual, porque não sobrevive ao Inverno.
Cultivada também na Índia, bem identificada como planta hortense, por exemplo, na região de Goa, por Raúl d'Oliveira Feijão, no seu Elucidário Fitológico, Vol. II, de 1961.

Partes Usadas:   

 Folhas

Usam-se frescas ou secas, e têm um sabor quente, aromático, ligeiramente áspero e amargo.
Prestam-se para temperar os mais diversos pratos, feitos dos mais variados géneros alimentares - carnes, aves, peixe, ovos, vegetais, salsichas, recheios, guisados, saladas.
São um tempero bem estabelecido na Europa Central, mas também marcam presença nas cozinhas do Mediterrâneo e da região circundante do Cáucaso - Geórgia, por exemplo.

 Óleo essencial

As folhas dão 0,7 % a 3,5 % de óleo essencial composto principalmente por hidrato de sabineno - cerca de 40 % -, mais linalol, carvacrol, estrogol, eugenol, terpenos, etc..
Emprega-se em aromaterapia.

Propriedades:   

Tal como o seu óleo essencial, as folhas são antissépticas, carminativas, estomáquicas, expectorantes, tónicas

Notas:   

Na Ásia Ocidental, nomeadamente na Jordânia, no Líbano, e em Israel, cresce uma espécie vizinha - Majorana syriaca - que é muito usada para temperar carneiro grelhado e pão. Tem sabor mais forte que o da Manjerona vulgar, com laivos de tomilho.

Manjerona

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