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Amora Silvestre

 

Especiaria:   

Amora Silvestre

Nome da Planta:   

Silva

Nome Botânico:   

Rubus sps.

Género:   

Rubus

Família:   

Rosaceae

Porte:   

Arbusto

Ciclo:   

Vivaz

Origem:   

Regiões temperadas do Hemisfério Norte

Distribuição:   

São várias as espécies de Silva que crescem nas suas regiões de origem, sendo especialmente abundantes nas costas leste e oeste da América do Norte, nas Ilhas Britânicas e na Europa Ocidental.
Em Portugal encontram-se frequentemente nos terrenos incultos, sebes, bermas de caminhos, hortas abandonadas, etc., de todo o Continente e Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores.
Na Índia, a Silva é cultivada em Kashmir, Assam e Tamil Nadu, até aos 2000 m de altitude.

Partes Usadas:   

 Frutos

Chamados ‘amoras bravas’, ‘amoras silvestres’, ou ‘amoras da silva’, são drupas, com muitas sementes, cuja cor passa de verde a vermelha, e, finalmente, a roxa-negra, durante o processo de amadurecimento.
São excelentes comidos tal e qual, conservados calda, ou transformados em compota, geleia, chutnies.
A Rubus fruticosus é uma das espécies que produzem os frutos mais saborosos.

Propriedades:   

Os frutos são adstringentes e laxativos.
As folhas usam-se, em decocção, em bochechos e gargarejos, para tratar inflamações da cavidade buco - laríngea.

Notas:   

Em tempos idos, Fleury de La Roche preconizava, como remédio eficaz para as diarreias infantis, um xarope obtido fervendo, sobre lume brando, até adquirir consistência xaroposa, uma mistura de sumo espremido de amoras silvestres com o dobro do seu peso de açúcar. Era tomado às colheradas – de chá, sobremesa, ou sopa, conforme as idades – em 3 a 4 doses diárias.

Amoras Silvestres

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