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Porco

Hindu - Swar ka bachcha; Swar ka Gosht (a carne)

O Porco doméstico é um mamífero do género Sus, família dos Suidae, que tem como antepassado o javali, Sus scrofa, nativo das florestas que se estendem pela Europa ocidental e do norte, pelo norte de África, pela Índia, pelas Ilhas Andaman e pela China.
A sua domesticação perde-se na noite dos tempos, tendo os criadores, ao longo de séculos, desenvolvido, e aperfeiçoado, inúmeras raças.
As raças porcinas portuguesas típicas são a Beirã – tipo românico – e a Alentejana – tipo céltico. Das europeias destacam-se as Normanda e Craon, francesas, as Yorkshire, Berkshire, Hampshire, etc., inglesas, a Landrace, dinamarquesa, etc., etc..
Nos finais do século XX, a China albergava o maior efectivo de porcos do mundo, mas o centro de gravidade da criação rapidamente se tem deslocado para a Europa e para os EUA.
Na Europa, durante a Idade Média, o Porco foi tido com entidade diabólica, prefigurando o demónio da gula, da volúpia, dos prazeres imundos. Por isso, o Porco que acompanha a figura de Santo Antão não é, como as crenças populares afirmam, o companheiro do Santo eremita: é o seu escravo dominado. O termo português porco-sujo, ainda usado para designar o Diabo, é do que disse um reflexo.
Hoje, no Ocidente, é um animal de que tudo se aproveita – carne, entranhas, e até do pêlo se faziam até há bem pouco tempo escovas. A Oriente, várias religiões o vêem ainda como animal impuro, e restringem, ou mesmo impedem, o seu consumo pelos crentes que as seguem.
Em Portugal, o porco macho adulto é correntemente designado varrão ou varrasco, o porco pequeno é chamado bácoro (bácora a fêmea), e o de mama é designado leitão (leitoa a fêmea).
Sobre o papel do Porco na Cozinha Indiana, ver Carne.

Porcos em pocilga

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