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Mangostão

Hindu - Mangustaan
Tamil - Sulambuli, Mangusta

Fruto de uma árvore com o mesmo nome, Garcinia mangostana Linn., família das Guttiferae ou Clusiaceae, originária do Sueste Asiático e já descrita no Species Plantarum publicado por Linnaeus - Lineu - em 1753.
O Mangostão não se dá ao ar livre fora das regiões tropicais, contando-se, sem confirmação histórica, que a Rainha Vitória de Inglaterra estava pronta a dar uma recompensa de 100 £ a quem lhe apresentasse um fruto fresco.
Conseguida a sua frutificação em estufas inglesas em 1855, foi introduzido no hemisfério ocidental, tendo-se estabelecido culturas nas ilhas das Índias Ocidentais, nomeadamente na Jamaica, e no continente americano, na Guatemala, nas Honduras, no Panamá, no Equador, etc.. Na Índia, é cultivado principalmente nas faldas das montanhas Nilgiris, em Tamil Nadu. Na Indonésia, é tão popular que abunda nos quintais das casas.
O fruto tem o tamanho de uma laranja, é vermelho escuro a purpúreo quando maduro, e esconde um interior branco que, na forma, lembra uma tangerina descascada com 4 a 8 gomos. É este interior, carnudo, e muito sumarento, que se aproveita, comendo-se tal e qual, em sumo, a aromatizar gelados e bebidas, em geleias, compotas, chutnies.
Nas medicinas tradicionais dos sul e sueste da Ásia é apreciado como adstringente, antibiótico e antifúngico, sendo usado em cistites, doenças do tracto génito-urinário, disenterias tropicais e estados febris.

Mangostão

Garcinia mangostana Linn.
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